1. Dúvida cruel, Uma Parceria

    Dúvida enviada por Wesley, na rede PEGN:

    Estou com uma dúvida que está me deixando louco, criei um projeto inovador para o comércio eletrônico, já esta em fase de implantação e esta com uma ótima aceitação, estou nesta empreitada sozinho, uma das maiores dificuldades da aquisição de clientes é que ela tem que ser feita de forma pessoal, eu estou realizando este processo, só que a quantidade de clientes que se pode atingir é em dezenas de milhares, e para mim sozinho não é possível e não tenho dinheiro para contratar ninguém, e ai vem a dúvida pretendo encontrar um parceiro, e alguns que mais tenho interesse já são gigantes da web, pois eles tem serviços que se integram ao projeto e alguns destes serviços eu já utilizo no meu site.

    Meu medo é o seguinte apresentar minha proposta de parceria a eles e em vez deles serem parceiros virarem concorrentes, mas que nem eu disse o serviço já esta em funcionamento e é questão de tempo para ficar conhecido, como posso me resguardar (o serviço não pode ser patenteado) na tentativa de se procurar estes parceiros, e se devo procurar parceiros de pequeno porte ou grande porte, e se devo procurar parceiros que trabalham em ramos parecidos ou diferentes ao meu.
    .
    Olá Wesley,

    Essa dúvida é cruel mesmo. Já passei por ela.

    Bem, vou compartilhar minha experiência contigo. Eu já me preocupei muito em “entregar o ouro para o bandido” e gerar concorrentes, mas acho que perdi muitas oportunidades em razão disso. Hoje, prefiro ganhar 10% de um bolo grande a 100% de um bolo pequeno.

    Recomendo que verifique se seu negócio é realmente simples de ser copiado. Nem sempre idéias simples são simples de serem colocadas em prática. As vezes exigem tempo, know-how, experiência, etc. Se este for o caso, não tema. Um investidor sério vai preferir não se envolver diretamente na produção e deixar isso com quem sabe, você.

    Pense: Concorrentes surgirão de qualquer modo. Talvez seja melhor se aliar a um grande enquanto há tempo. ; )

    Abraço
    Daniel R. Bastreghi


  2. Escolha seu curso de idiomas

    Certa vez, em uma conversa descompromissada, um amigo estava reclamando da quantidade de propagandas indesejadas que recebia por e-mail. Tentei ajudá-lo instalando um sistema anti-spam e, para meu espanto, ao acessar uma das mensagens que ele havia acabado de mover para a lixeira, encontrei um pedido de orçamento, proveniente da Alemanha, em inglês, de uma grande quantidade de seus produtos. Ele não sabia inglês e por isso estava literalmente movendo uma oportunidade para a lixeira, pensando se tratar de uma propaganda.

    Em uma carreira em ascensão, sempre chega o momento onde conhecer um idioma estrangeiro é a diferença entre crescer ou ficar para trás. As empresas e profissionais acostumados com o mercado nacional não se dão conta que com a internet, as oportunidades internacionais aparecem de uma hora para outra.

    Quem não tem domínio de um idioma estrangeiro, em um mundo globalizado, sofre de um horizonte profissional e cultural bastante limitado. Para se ter uma idéia, em todo o mundo, apenas 0,88% dos jornais e revistas são produzidos em português, contra 62% do inglês. Quanto aos filmes, 0,71% são produzidos em português, 34% em inglês e 5% em espanhol. Na Internet, 1,45% das páginas estão em português, 56% em inglês e 7% em alemão.
    Com estes números, fica bastante evidente o quanto é maior o universo de informações e a gama de oportunidades de uma pessoa que fala um segundo idioma.

    Se você já constatou tudo isso e finalmente decidiu encarar um curso de idiomas, talvez esteja com a dúvida: qual curso escolher? Afinal, o mercado está repleto de escolas e profissionais autônomos, cada um com sua metodologia, material, carga horária, duração, etc. Como em toda área, há instituições sérias e outras que entregam um serviço de qualidade duvidosa. Por isso, preste atenção às seguintes dicas:

    Dica 1: Fórmulas mágicas não existem

    Ter fluência em um idioma exige treino e dedicação. Não há fórmulas mágicas para aprender muito em pouco tempo, que não signifiquem muito esforço. Aprender a dirigir, andar de bicicleta, tocar um instrumento musical, exige muita prática até que se torne algo intuitivo e natural. Com idiomas não é diferente. Então, fique longe das fórmulas mágicas que oferecem no mercado.

    Dica 2: Desconfie de contratos com rescisões pesadas

    Algumas escolas têm adotado práticas contratuais e comerciais no mínimo suspeitas. Algumas exigem que todo o material seja adquirido no início do curso. Outras praticam multas rescisórias pesadas. Tais práticas podem prejudicá-lo caso o curso não tenha a qualidade esperada. Portanto, pense bem antes de matricular-se nestas escolas.

    Dica 3: Pesquise a reputação da escola

    Conheça a experiência de alunos anteriores. A Internet é fantástica para isso. Com uma simples consulta, você pode conhecer mais sobre como a escola trata seus alunos.

    Dica 4: Conheça o professor

    O conhecimento e a empatia do professor são fundamentais para seu progresso. Portanto, procure conhecê-lo antes de matricular-se. Peça informações sobre experiências anteriores e currículos. Veja a possibilidade de fazer aulas experimentais. Isso ajudará na sua decisão.

    Dica 5: Não se limite às aulas

    Faça tarefas de casa, busque exercitar o idioma em qualquer ocasião. O novo idioma deve se tornar rotina e parte de seus pensamentos. Por mais elevada que seja a carga do curso, você precisará ampliá-la por conta própria. O momento de atividades fora de aula, sem auxílio e interferência do professor, favorece a reflexão e a experimentação do conhecimento e por isso é determinante no ritmo de aprendizado.

    Dica 6: Conheça o método

    Algumas escolas trabalham com métodos rígidos, que não permitem adaptações aos alunos. Outras têm métodos mais flexíveis. Algumas pregam que a aula seja ministrada 100% no idioma estrangeiro, outras abrem possibilidades para o uso do idioma nativo. Cada característica possui prós e contras. Abaixo estão as mais comuns, acompanhadas de uma análise para que você identifique a que mais condiz com seus interesses.

    Tamanho das Turmas

    É recomendável que as turmas tenham no máximo 6 pessoas. Turmas maiores inviabilizam exercícios de audição e conversação. Nas aulas em turma, a atenção compartilhada do professor prejudica o acompanhamento de alunos com dificuldades. Alunos mais ágeis também podem se sentir desestimulados.

    Para exercícios de conversação é recomendável que a turma tenha no mínimo 3 alunos, pois torna a aula mais dinâmica e agradável, uma verdadeira troca de experiências.

    Temas e Faixa etária

    Escolha uma escola com método compatível a sua faixa etária e seus objetivos. Adultos têm metas, interesses e comprometimento muito diferentes de crianças e adolescentes. O que estimula um adulto a adquirir conhecimento é essencialmente o resultado, a aplicação do idioma no dia a dia profissional ou em momentos de lazer social, como jantares, eventos, filmes, etc.

    Escolher um método compatível com os objetivos e temas do aluno é fundamental para que seja mantido o interesse.

    Aulas individuais

    O formato de aulas individuais permite que o professor trabalhe tópicos específicos demandados pelo aluno. É indicado para pessoas com grande urgência ou com dificuldades de horários. Pessoas com facilidade ou dificuldades de aprendizado também são muito beneficiadas pelo acompanhamento individualizado, pois poderão caminhar no seu ritmo.

    Nas aulas individuais, o professor fica inteiramente dedicado ao aluno, lapidando cada aresta, tirando suas dúvidas no ato, adaptando o ritmo e o conteúdo a forma de aprendizado.

    Apesar de limitar algumas atividades de conversação, as aulas individuais apresentam um ritmo de aprendizagem maior que as aulas em grupo. Imagine uma aula de 1 hora onde 6 alunos falem por somente 5 minutos cada. Somados, os alunos consumiram 30 minutos. Note que metade da aula foi usada e provavelmente não tenha sido devidamente aproveitada individualmente, pois a carga individual de fala foi ínfima. Na aula individual isso não ocorre, pois o aluno fala e ouve na mesma medida.

    Geralmente, alunos de aulas particulares podem fazer menos horas de aula e ter o mesmo rendimento de um aluno de turmas grandes, pois sua experiência com o idioma será mais intensa, mais marcante.

    Contudo, caso opte por contratar um professor particular, sem o intermédio de uma escola, é importante verificar a formação do professor e seu comprometimento profissional. Infelizmente, há pessoas que apenas por terem morado fora algum tempo, se julgam habilitadas para lecionar, o que é um tremendo engano. Um professor por formação aplica conhecimentos de didática fundamentais, além de dominar as normas cultas da língua. A vivência no exterior, sem dúvida é importante, porém a formação acadêmica e experiência em sala de aula também são imprescindíveis.

    Professores nativos

    Nativos são excelentes para quem busca treinar conversação. Eles trazem informações regionais que são de extrema valia, além de aplicar o conteúdo que é utilizado de fato, no dia a dia. Contudo, são necessários alguns cuidados. Assim como nem todo brasileiro fala corretamente o português, nem todo nativo conhece bem o próprio idioma. É comum encontrar professores brasileiros que conhecem melhor a norma culta da língua estrangeira do que alguns nativos.

    Cuide também com o regionalismo exagerado. É natural que professores nativos evidenciem o sotaque e gírias de seu local natal, mas isso pode virar um problema quando é transmitido como a única forma possível ou a forma correta. No espanhol, por exemplo, existem inúmeras diferenças de pronúncia e vocabulário. Afinal são mais de 20 países que falam o idioma, cada um com sua cultura.

    Professores brasileiros conhecem nossas dificuldades de aprendizado e conseguem criar novas explicações e conexões com o nosso modo de pensar e nossa gramática. Portanto, se busca apenas treinar sua conversação, professores nativos são uma boa opção. Caso contrário, prefira os professores brasileiros.

    Imersão

    Nesta modalidade de curso, um grupo de alunos fica isolado em um hotel, casa ou chácara, durante algumas horas ou até dias, onde é proibido falar português. O aluno passará o período como se estivesse em solo estrangeiro. Irá aprender a comunicar-se em várias situações, sociais como um almoço, uma conversa telefônica, entrevistas de emprego, entre outras ocasiões, tudo no idioma de interesse.

    As imersões são uma forma diferente de aprendizado e fixação que atraem cada vez mais pessoas. São interessantes para alunos de todos os níveis. Porém, é mais caro e exige que a pessoa se ausente de suas atividades diárias durante um período.

    Uso da gramática em aulas

    Quase ninguém gosta de regras, é verdade. Mas sem elas, tudo se torna um caos. O mesmo ocorre com os idiomas. Sem aprender gramática, o aluno constrói frases ambíguas ou sem sentido e às vezes nem percebe. Não consegue estabelecer uma comunicação de qualidade.

    Há escolas que não abordam o ensino da gramática e passam a falsa imagem de que um idioma independe de regras ou de que você aprenderá com a mesma naturalidade de uma criança.
    Uma criança, por ter sua estrutura mental ainda vazia, pode aprender facilmente apenas por conversação, pois absorve todo tipo de dado do exterior. Já um adolescente ou adulto, inevitavelmente adaptará o novo conhecimento a estrutura lingüística pré-existente, tornando o processo de absorção mais complexo e lento. Trabalhar somente exercícios de conversação não atende a essa necessidade e por isso não é recomendável para adolescentes e adultos.
    A gramática é necessária para mostrar a lógica por trás das palavras e para que você um dia possa comunicar-se com qualidade, em ocasiões formais.

    Estudo individual em cabines

    Algumas escolas adotam método de estudo individual em cabines, com auxílio de um professor e com total flexibilidade de horários. Esse método é bastante interessante para alunos dedicados, pois seu estudo será um vôo solo, porém assessorado. Sua grande vantagem é a flexibilidade. O aluno ganha na autonomia e perde no conteúdo. Pode ser interessante para pessoas muito disciplinadas e sem necessidades específicas de aprendizado.

    O tempo de aprendizado depende da dedicação do aluno. O trabalho em aula é importante, mas trazer o idioma para o dia-a-dia é decisivo para diminuir o tempo de aprendizado. Alguns exercícios podem ser prazerosos, como ver um filme sem legendas ou traduzir músicas, etc.
    Também é muito recomendável que reflita sobre qual idioma você realmente deseja aprender. O inglês é o idioma dos negócios, mas também existem muitas oportunidades para quem sabe espanhol, alemão, italiano, mandarim, francês, etc. Assim como você pode escolher uma profissão por vocação, também tem total liberdade de escolher o idioma que te desperte paixão e interesse.

    Lembre-se: em suas pesquisas, centre-se na qualidade do curso, mesmo que isso signifique investir um pouco mais em curto prazo, pois certamente significará economia de tempo e dinheiro em longo prazo.

    Fixe sua meta e mãos à obra! Analise qual a sua real disponibilidade de tempo para dedicar-se ao idioma e encontre uma escola que tenha um método que se adéqua ao seu objetivo de aprendizado, a sua disponibilidade de tempo e que haja sintonia entre você e o professor. A jornada é longa, mas a recompensa é gratificante. Pode apostar.

    Escrito por Sheila Krepsky do IEI (www.iei.net.br) e Daniel Rodrigo Bastreghi

    Publicado também em
    http://www.administradores.com.br


  3. 1º Fator de Sucesso na Web: Confiança

    Olá Pessoal,

    Abaixo disponibilizo mais um trecho de meu livro. Espero que seja útil. Abraços.

    1º Fator de Sucesso na Web: Confiança

    Confiança é pré-requisito básico para a concretização de qualquer negócio, seja ele online ou offline.

    A internet é por si só um ambiente nebuloso para a grande maioria dos usuários, composta por pessoas de pouco conhecimento técnico que se sentem inseguras, às vezes pelo simples fato de estar utilizando um computador. Por isso, percebem a atividade de efetuar uma compra, um pedido ou orçamento online como de alto risco. Riscos de diversos tipos: financeiros, sociais, psicológicos e de desempenho.

    • Riscos financeiros: se refere à possibilidade de terceiros terem acesso a senhas, dados bancários e números de cartão de crédito, ou a realização de cobranças de valores não descritos ou não expostos claramente durante o processo da compra.
    • Risco social: perda do prazer da compra física, que é um evento de socialização e de realização pessoal.
    • Riscos psicológicos: o isolamento, a frustração por não ter suas expectativas atendidas, a vergonha, caso informações pessoais fiquem visíveis a outros e a ansiedade gerada pelo período de entrega.
    • Riscos de desempenho: está relacionado à possibilidade de decepção quanto a performance do produto, do serviço de atendimento pós venda e entrega prestado pela loja.

    Note que, se o visitante teme que suas informações, financeiras ou pessoais, fiquem acessíveis a terceiros, então ele desconhece ou considera insuficiente as medidas de segurança de sistema adotadas no web site, desconhece a marca como uma instituição sólida e de boa fé, afinal a internet é um ambiente onde milhões de pessoas e marcas são anônimas. Poucas são populares.

    Se o comprador virtual teme que o produto apresente desempenho inferior ao pretendido, logo desconhece seus detalhes de funcionamento e de performance. Talvez, tenha receio de necessitar trocar ou desistir da compra e não ter essa necessidade atendida pelo lojista, pois desconhece quais são suas reais políticas de troca e devolução.

    Perceba que a insegurança é resultado da falta de informações sobre o sistema, a marca, as políticas da empresa, o produto, etc. Quando um cliente não possui informações suficientes para sentir-se seguro, desiste da compra online.

    Os crescentes casos de fraudes na web aumentam a desconfiança do meio. Portanto, confiança é o primeiro e principal fator de sucesso. Se quer sucesso, faça o internauta confiar em seu web site e na sua marca.

    Muitos comércios eletrônicos têm usado a segurança como seu principal diferencial. Principalmente as marcas mais antigas ou as que possuem lojas físicas, pois possuem marcas reconhecidas. Possivelmente, no futuro, a segurança relacionada ao meio provavelmente será uma característica básica, essencial e popular, e obrigará tais lojas a buscarem novos diferenciais.

    A percepção de confiança na internet pode ser trabalhada das seguintes formas:

    • Fortalecer o reconhecimento da marca. Estratégias de branding são extremamente bem vindas para a web. Associe sua marca a celebridades, patrocine ou promova eventos ou outros sites, disponibilize informações institucionais, fotos da empresa, dados de registro e o tempo de operação. Os banners são ótimos recursos quando feitos sem o intuito de adquirir cliques. Podem ser utilizados somente para manter sua marca presente em diversos sites, aumentando a sensação de familiaridade na mente de potenciais clientes. Divulgue seu e-business em outros meios com revistas, rádios ou TV.
    • Capriche na qualidade dos conteúdos (textos, fotos, vídeos e animações). Se bem produzidos, com atenção aos detalhes e acabamentos, transmitem a imagem de uma empresa de igual qualidade.
    • Organização do conteúdo: web sites organizados transmitem a imagem de empresas igualmente organizadas.
    • Design: visual atraente transmite a imagem de uma empresa igualmente atraente. Mantenha o design similar a toda sua campanha de comunicação. Para transmitir credibilidade, fuja de templates. Crie um visual próprio e autêntico. Algo que realmente transmita os valores de sua empresa. Quando um internauta percebe um sinal de cópia ou inautenticidade, sua desconfiança aumenta.
    • Evite utilizar fotos irrelevantes, de terceiros ou de bancos de imagens estrangeiros. Geralmente, tais fotos são muito artificiais e podem significar para o visitante, a intenção de transmitir uma imagem irreal.
    • Popularidade: opiniões em outros sites sobre sua empresa podem influenciar diretamente a percepção de confiança. É comum encontrar perguntas em fóruns sobre experiências de compra. Portanto, cuidado com queixas de clientes publicadas em comunidades, redes de relacionamento, blogs, etc. Elas têm poder.
    • Selos de segurança: os selos de segurança em comércios eletrônicos são importantes. Eles atestam a qualidade técnica de segurança da loja virtual.
    • Selos de qualidade: certificações de qualidade, responsabilidade social, etc. também auxiliam neste fator.
    • Cuide da qualidade do atendimento telefônico, por chat ou por e-mail. Isso inclui disponibilizar telefones gratuitos ou com números locais para as principais praças atendidas, treinar seus funcionários para que utilizem com destreza todos os canais.
    • Ofereça um serviço de atendimento online e procure mantê-lo disponível o máximo possível. É confortável para o cliente saber que pode falar com alguém, mesmo que virtualmente. Lembre-se de colocar uma pessoa especialmente treinada para atender aos chamados.

    Quando um cliente em potencial encontra o web site de uma empresa a qual desconhece, não faz idéia se ela de fato existe, se é séria e competente o suficiente para solucionar suas necessidades. Ainda não possui um conceito sobre a empresa e então avalia inconscientemente as informações que o web site apresenta, e cria sua primeira avaliação da marca. Portanto, capriche em cada detalhe.

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